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A busca pelo diferencial na Dança do Ventre

Escrito por Guilherme Troiano

Foi um misto de curiosidade e fascinação pela dança, cultura e costumes árabes. Me inscrevi para participar de aulas gratuitas em um centro cultural próximo à minha residência, eu com 12 anos, só queria aprender, nada mais.

 

Porém fui impedido de fazer aulas. A professora desse centro cultural disse que homens não podiam dançar dança do ventre, pois homens não tinham ventre...

 

Afinal, será que eu estava tão errado assim? Mesmo sem saber exatamente o que era e do que se tratava sempre tive quaisquer forma de expressão corporal como instintiva, faz parte de cada individuo em sua individualidade. Bom, pelo menos eu sempre tive certeza que sim.

 

Atualmente vemos uma vasta variedade de artistas, muitos bailarinos mostrando as suas particularidades, vemos também um grande número de homens, coisa que até 12 anos atrás era um tabu, haviam poucos e os poucos que tinham eram sorteados pela sorte. Sorte de poder se expressar através desta dança.

 

Hoje, 12 anos depois, me vejo no centro de tudo isso, inclusive dando aulas como voluntário nesse mesmo centro que há 12 anos atrás fechou as portas para mim, fazendo parte de forma militante pela busca dos diferenciais dentro dessa expressão, fazendo parte do que eu acredito ser a arte da dança do ventre, o instinto.

 

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